| Este artigo carece de imagens. Ajude a melhorar a qualidade deste artigo ilustrando-o com uma imagem no Wikimedia Commons. Consulte Política de imagens e Como usar imagens. Veja também lista de imagens pedidas. |
A Encruzilhada das Pedras de Rygar é assim chamada pela presença de cinco grandes menires de granito nas suas esquinas.
Um lugar muito movimentado, com suas ruas comportando cerca de 2 carroças lado a lado, é uma importante via de comércio na cidade.
A encruzilhada faz parte da história local, tendo surgido bem antes das pontes de Rygar serem construídas.
Hoje, existe um plano para a construção de uma ponte passando por cima da encruzilhada. No entanto, as obras foram embargadas pela Altíssima Ordem dos Burocratas pelos sucessivos acidentes que aconteceram durante sua construção. A Ordem de Burocratas desconfia de que tenham ocorrido alterações nos projetos aprovados e já iniciou procedimentos para investigação do caso pelas autoridades competentes (pois “investigação” não é uma das atribuições da Ordem, segundo os documentos que proclamam a fundação desta).
Tabela de conteúdo |
Também não há guardas nos portões. Hoje, eles são considerados apenas peças figurativas históricas e inúteis na paisagem da encruzilhada.
Cada menir possui cerca de 5 metros de altura. Seu relevo é homogêneo (porém não polido ou liso), excetuando-se pela presença de uma runa esculpida no topo de cada estátua.
Cinco ruas largas se encontram nessa encruzilhada. Cada uma delas é nomeada com uma das runas que estão esculpidas em cada menir.
Além disso, cinco prédios dividem a atenção dos transeuntes.
A encruzilhada já viu muito sobre a história de Rygar e, com o tempo, acabou se tornando um personagem no próprio imaginário popular da região que a envolve, dentre eles:
Essa encruzilhada – obviamente – não é um lugar comum. Ela é uma das primeiras construções da cidade, e era usada como prisão para criaturas invisíveis de outros planos de existência. Sob a maior parte dos aspectos, trate a encruzilhada como um lugar assombrado, e o seu centro, um lugar com nível de mana mais alto que seus arredores.
Ocultistas podem pesquisar a história do lugar, mas devem gastar MUITO tempo para descobrir a verdade, já que esta é uma história perdida.
A prisão contava com várias “travas” de segurança que, com o passar dos anos, foram sendo derrubadas, uma a uma, por interesses ocultos. Hoje, a prisão conta apenas 2 com travas místicas: O muro do beco, e os menires.
Uma investigação mais atenta por parte de observadores revelará que TODAS as ruas da encruzilhada, um dia, já foram fechadas por paredes. O beco, na verdade, é o último dos muros a envolver a encruzilhada que ficou de pé.
Não é preciso dizer que as marcas de depredação do beco são, na realidade, criaturas extraplanares tentando sair da prisão, certo? A magia do beco está contida no gárgula (um exame desatento mostra apenas uma magia de proteção, como vários gárgulas possuem). A estátua também não é um gárgula animado, apenas uma tranca mágica contra espíritos.
A prisão é dividida em “camadas”, com as criaturas mais fracas nas camadas de fora. Assim, o beco oferece proteção contra criaturas mais fracas que os seres guardados pelos menires.
Abaixo algumas sugestões para usar a encruzilhada em suas aventuras:
O templo tem especial interesse nesta última camada (por isso faz campanha pela remoção dos menires), embora não deseje a derrubada do muro. Os sacerdotes acreditam piamente na presença que um ELEMENTAL DO CAOS está aprisionado sob as ruas da encruzilhada, e desejam sua liberdade (embora também desejem tê-lo sob seu controle).
Os aventureiros podem ser contratados para destruírem os menires, ou para controlarem o Elemental quando este se soltar, ou mesmo para ajudarem na coleta de assinaturas para a derrubada.
Além do templo, Tannat também está interessado nos espíritos da encruzilhada.
Na verdade, a loja é apenas uma fachada para seus planos.
O mago tem financiado as compras da Guilda do Carvalho Quebrado, com o desejo de quebrar a Guilda d' A Corrente, e comprar a sua loja. Comprando a loja dos ferreiros, o mago poderá fazer o que desejar com o muro do beco.
Tannat deseja todos os imóveis da área para que possa, assim, estudar a ligação do local com outros planos de existência. Uma teoria que ele tem é que a encruzilhada tenha uma ligação com o plano dos mortos, e que daí venha a lenda do “reencontro com todas as pessoas que você já conheceu na vida”.
Embora Tannat tenha acumulado muitas riquezas com aventuras, ele também é financiado por seu mestre (insira aqui o nome que preferir para aventuras futuras).
Tannat está ansioso por adquirir logo o prédio e, por isso, pode contratar capangas (os aventureiros?) para ameaçarem a Corrente.
Você pode escolher se a guilda dos ferreiros possui algum contato com o sobrenatural da encruzilhada. Caso não tenham conhecimento algum, a Corrente pode contratar os aventureiros para investigarem a compra de minério e acabarem com o problema.
Se Tannat começar a ameaçar - de forma mais “física” - a Corrente, os aventureiros podem ser contratados também como proteção para a guilda.
Apesar do hábito de presentear um artista com uma moeda, não existem outros artistas se apresentando na encruzilhada. O único artista que conseguiu passar pela intrincada burocracia, e conseguir uma permissão, foi Fineas.
Ele se tornou, sim, rico por causa das contribuições que recebeu dos transeuntes mas isso não explica sua casa impecável.
Na verdade, a casa de Fineas é encantada. Ela não é realmente daquele jeito, mas Fineas faz encantamentos constantes de ilusão sobre ela, para que permaneça exatamente como a original.
Além de ser fascinado pela encruzilhada, Fineas deseja manter TUDO como está. Um eterno nostálgico, ele preservará tudo que puder, inclusive será capaz de articular as sabotagens na construção da ponte sobre a encruzilhada pois isso “interfere com a interação dos menires com o céu maravilhoso da cidade”.
Fineas é uma boa fonte de informação sobre o local, e possui vários livros em sua casa. O problema é que não deixará ninguém entrar lá.
Há pouco tempo, o bordel da encruzilhada vem tendo um problema muito sério. As mulheres (e alguns homens) que trabalham lá estão desaparecendo.
Gwavin começou a investigar por conta própria, mas não achou grandes pistas. As funcionárias desaparecem sempre pela manhã, logo após a noite de trabalho, e depois que o O Templo do Caos Criador inicia seus cultos.
Insira aqui seu culpado predileto:
| Origem: Este artigo foi inicialmente criado por RPGista no site http://www.rpgista.com.br . Depois disto muitos autores colaboraram com o artigo. Veja todos as alterações e autores no menu história. |